Dracena

DRACENA
 Nome científico: Dracena sanderiana.
Família: Liliaceae.
Nomes populares: dracena-sanderiana, dracena-fina, bambu da sorte, dracena-fita.
Etimologia: do grego drakaina, o dragão do sexo feminino, provavelmente por causa do vermelho e de uma substância resinosa (obtida de Dracena draco), a partir da qual se extrai a cor ‘sangue do dragão’.
Origem: África.
Características gerais: arbusto semi-lenhoso, apresenta folhagem bastante ornamental e atinge de 1,0 a 1,5 m de altura, sendo o caule ereto e fino. As folhas são lanceoladas, verdes, laminares e estreitas. Existem variedades com folhas de margens brancas e amarelas. As flores são ocasionais e pouco atrativas.
Condições de cultivo: deve ser cultivada a pleno sol ou sombra parcial, em solo fértil, leve e enriquecido com matéria orgânica, com irrigações periódicas. Não tolera o frio ou ventos fortes.
propagação: multiplica-se por estacas.
Usos: cultivada em vasos, jardineiras, bordaduras, como planta isolada ou em conjunto.
Curiosidades: esta planta é usada com freqüência nas práticas do Feng Shui. Acredita-se que ela tenha uma energia muito favorável, simbolizando a união entre dois elementos: água e madeira. Quando é oferecida como presente, costuma receber um laço vermelho, para que a energia do fogo seja adicionada, de forma que juntos, os três elementos, possam atrair a energia positiva para o ambiente.
As dracenas são tóxicas para animais, apresentando como princípio tóxico: alcalóides e saponinas e causando vômitos e diarréia.
Significados: as flores de dracena significam ‘felicidade, utopia’.
Engenheira Agrônoma, MSc. Márcia de Nazaré Oliveira Ribeiro
Engenheira Agrônoma, DSc. Patrícia Duarte de Oliveira Paiva
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