Lantana

LANTANA
 Nome científico: Lantana camara L.
Família: Verbenaceae
Nomes populares: lantana-cambará, verbena-arbustiva, cambará-miúdo, cambará-de-cheiro, cambarazinho, cambará-verdadeiro, camarazinho.
Etimologia: seu nome é atribuído à Linnaeus, que a identificou, sendo assim denominada por possuir folhas semelhantes à espécie Viburnum lantana.
Origem: América Central e América do Sul.
Características gerais: arbusto perene, ramificado, de textura semi-herbácea, florífero, piloso. Mede de 0,50-2,0 m de altura e possui ramos eretos ou reclinados.
As inflorescências são compostas de numerosas flores, formando mini-buquês de cores variadas como laranja, rosa, vermelho, amarelo e branco; podendo ainda ocorrer colorações diferentes numa mesma inflorescência. Existem outras variedades com diferentes formas e cores tais como: Lantana fucata Lindl., Lantana sellowiana Link & Otto e Lantana undulata Schrank.
Condições de cultivo: deve ser cultivada a pleno sol, em solo fértil, enriquecido com composto orgânico, e recebendo regas periódicas. A planta é tolerante ao frio e suporta bem as podas.
Propagação: a reprodução é feita por sementes ou por estacas, método esse mais utilizado.
Usos: adequada para a formação de maciços e de bordaduras ao longo de muretas, paredes, muros, grades.
Curiosidades: tem grande potencial invasivo, tornando-se daninha em determinadas situações. Como planta medicinal, é indicada para combater infecções respiratórias, alergias respiratórias, reumatismo, febre, infecções de ouvido. Também é considerada planta tóxica, assim, sua utilização terapêutica deve ter acompanhamento médico.
As lantanas atraem borboletas, abelhas e beja-flores, os quais obtêm o néctar, que os alimentam, e auxiliam na polinização.
O nome dessa planta deu origem ao nome da cidade de Camaragibe-PE. A palavra Camaragibe vem do vocabulário indígena ‘Camara-Gypé’ (Rio Camará), em referência à Lantana camara, planta abundante nessa região, onde é mais conhecida como ‘chumbinho’.
Pode ser usada como essência floral, sendo indicada na harmonização e elevação do nível vibracional de grupos de indivíduos, de ambientes sociais e de locais de trânsito de pessoas. Deve ser usada sempre que há a necessidade de equilíbrio entre o aspecto individual e o coletivo. Ajuda a desenvolver empatia, reciprocidade, união e camaradagem nos grupos e reuniões. Esta essência facilita a compreensão entre as pessoas, pois favorece, em cada um, a percepção do outro.
Significado: aceitação do outro como ele é.
Engenheira Agrônoma, MSc. Márcia de Nazaré Oliveira Ribeiro
Engenheira Agrônoma, DSc. Patrícia Duarte de Oliveira Paiva
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