Calêndula

CALÊNDULA
 Nome científico: Calendula officinalis.
Família: Asteraceae.
Nomes populares: calêndula, malmequer, maravilha-do-jardim.
Etimologia: Calendula vem do latim calendae – primeiro dia do mês, referindo-se ao florescimento desta planta durante todos os meses e officinalis indica o caráter dessa espécie medicinal.
Origem: Ilhas Canárias e Mediterrâneo.
Características gerais: planta herbácea anual, florífera, de porte ereto e altura entre 40 e 60 cm de altura. As folhas são ovaladas e espessas. As flores são pequenas e reunidas em capítulos, duráveis e sustentadas por hastes eretas e firmes. Apresentam coloração amarela ou laranja e são semelhantes a margaridas.
Condições de cultivo: devem ser cultivadas a pleno sol, em solos férteis e irrigação regular. É bastante tolerante ao clima frio.
Propagação: a multiplicação é feita por sementes.
Usos: em jardins é usada para compor maciços e bordaduras, além de serem usadas na composição de vasos e floreiras. Também pode ser cultivada como flor de corte e como planta medicinal.
Curiosidades: como planta medicinal é indicada para combater infecções diversas, contra cólicas, varizes, verrugas, vômitos. Possui propriedades cicatrizantes, antissépticas, sudoríficas, analgésicas, antinflamatórias, antivirais, atuando ainda como vasodilatadora e tonificante da pele. As partes usadas são as flores e folhas.
Na idade média, a calêndula era cultivada nas hortas, desidratada e usada como corante em caldos, queijos amarelos, manteiga e bolos. As pétalas desta flor são utilizadas frescas em saladas, em crepes ou no arroz em substituição ao açafrão. Suas flores podem ser consumidas em chás.
Significados: as flores de calêndula significam ‘a comunicação a partir do coração’.
Engenheira Agrônoma, MSc. Márcia de Nazaré Oliveira Ribeiro
Engenheira Agrônoma, DSc. Patrícia Duarte de Oliveira Paiva
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