Cana-da-índia

CANA-DA-ÍNDIA
 Nome científico: Canna x generalis.
Família: Cannaceae.
Nomes populares: cana-índica, cana-da-índia, beri, bananeirinha-da-índia, bananeirinha-de-jardim, biri.
Etimologia: o nome Canna deriva do hebraico caneh e significa ‘nomes comuns’, que são dados às diferentes espécies.
Origem: América Tropical.
Características gerais: planta herbácea, rizomatosa, originada de hibridações e melhoramento com várias espécies. São plantas com 0,50 a 1,50 m de altura, de folhagem rajada ou variegada com folhas firmes e grandes. As inflorescências são compostas de flores grandes de coloração rósea, vermelha, laranja e amarela, formadas na primavera-verão.
Condições de cultivo: deve ser cultivado a pleno sol, em solo rico em matéria orgânica e recebendo regas freqüentes. Não tolera ao frio ou a geadas.
Propagação: divisão de rizomas.
Usos: canteiros, maciços e bordaduras.
Curiosidades: algumas espécies do gênero Canna podem ser usadas como essência floral, a qual resgata a alegria, a inocência e a espontaneidade da criança interior.
Existem numerosos híbridos, os quais são denominados de Canna lily. Esses híbridos ficaram conhecidos também como Canna x generalis ou Canna x orchiodes, dependendo das características da flor.
Os rizomas, especialmente de Canna indica, são usados cozidos ou assados como batatas e deles se obtêm farinha utilizada na fabricação de biscoitos. Suas sementes são utilizadas na confecção de colares, terços. As folhas podem ser usadas para embalar alimentos e as raízes servem como diurético e como cataplasma. Os caules e folhas podem ser usados para alimentação animal.
Engenheira Agrônoma, MSc. Márcia de Nazaré Oliveira Ribeiro
Engenheira Agrônoma, DSc. Patrícia Duarte de Oliveira Paiva
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