Anêmona

ANÊMONA
 Nome científico: Anemone coronaria.
Família: Ranunculaceae.
Nome popular: anêmona.
Etimologia: seu nome faz alusão, na mitologia grega, à ninfa Anemone.
Origem: Mediterrâneo.
Características gerais: planta herbácea, perene, medindo de 20 a 40 cm de altura. Apresenta roseta basal com algumas folhas. As flores são individuais com pétalas delicadas, nas cores vinho, rosa, vermelho, amarelo claro e branco, dependendo da variedade, sendo bastante utilizadas em decoração. A durabilidade é de aproximadamente 7 dias após cortadas.
Condições de cultivo: deve ser cultivada à meia sombra ou pleno sol, desenvolvendo melhor em solos argilosos, enriquecidos com matéria orgânica e bem drenados.
Propagação: divisão de touceiras e sementes.
Usos: flor de corte, utilizada na composição de arranjos florais.
Curiosidades: segundo a mitologia grega, as anêmonas surgiram da dor e do respingo de sangue da deusa Afrodite sob as flores brancas que brotaram do sangue de Adônis.
As anêmonas eram símbolo de proteção contra o mal na Idade Média.
A espécie conhecida como Kalanit em hebraico, é uma das flores mais conhecidas em Israel. Durante o Mandato Britânico da Palestina, os soldados britânicos foram apelidados de ‘Kalaniyot’ devido às suas boinas vermelhas.
As anêmonas, também são conhecidas como ‘flor do vento’, porque se acreditava que o vento provocava seu florescimento.
Significados: as anêmonas significam ‘tristeza e consolo’, mas também, suas flores coloridas podem significar ‘persistência e perseverança’.
Engenheira Agrônoma, MSc. Márcia de Nazaré Oliveira Ribeiro
Engenheira Agrônoma, DSc. Patrícia Duarte de Oliveira Paiva
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