Alpínia

ALPÍNIA
 Nome científico: Alpinia purpurata.
Família: Zingiberaceae.
Nomes populares: gengibre-vermelho, alpínia.
Etimologia: o nome do gênero (Alpinia) é em homenagem ao médico e botânico italiano Prospero Alpini.
Origem: Ilhas dos Mares do Sul.
Características gerais: planta herbácea rizomatosa, florífera, possui de 1,5 a 2,0 m de altura. As folhas são verde-escuras e espessas. As inflorescências são terminais com flores pequenas de coloração branca e brácteas vermelhas ou rosa, em forma de barco.
Condições de cultivo: devem ser cultivadas a pleno sol ou meia sombra em solos ricos em matéria orgânica e irrigados regularmente. Não resiste ao frio, sendo indicada para regiões quentes.
Propagação: multiplica-se por mudas que se formam nas brácteas e por divisão de touceira. O processo ideal é a divisão de touceiras, pois, mudas obtidas de sementes germinadas nas brácteas podem produzir flores deformadas (estioladas).
Usos: planta isolada, grupos, renques e como flor de corte.
Curiosidades: a espécie Alpinia zerumbet, é empregada na medicina popular e em rituais religiosos afro-brasileiros. A raiz da espécie Alpinia speciosa apresentou atividade moluscicida e larvicida em relação à toxicidade frente às larvas do Aedes aegypti, do caramujo Biomphalaria glabrata e do crustáceo Artemia salina.
Muitas espécies desta família têm valor econômico fornecendo alimentos (fécula dos rizomas), perfumes, condimentos aromáticos, corantes, fibras e papel.
Significados: significa ‘exotismo’.
Engenheira Agrônoma, MSc. Márcia de Nazaré Oliveira Ribeiro
Engenheira Agrônoma, DSc. Patrícia Duarte de Oliveira Paiva
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