Escutelária

ESCUTELÁRIA
 Nome científico: Scutellaria costaricana.
Família: Labiatae (Lamiaceae).
Nome popular: escutelária.
Etimologia: Scutellaria deriva do latim ‘scutell (a)’, que significa ‘um prato’, referência ao seu cálice, que se torna expandido durante a fase de frutificação.
Origem: México e Costa Rica.
Características gerais: arbusto ereto, atingindo de 50 a 70 cm de altura, apresenta ramos arroxeados e quadrangulares. As folhas são perenes, de coloração verde-metálicas, coriáceas e acinzentadas. Apresenta inflorescências terminais, com flores tubulares de coloração vermelha e amarelo-alaranjada, pouco duráveis.
Condições de cultivo: devem ser cultivadas a pleno sol ou meia-sombra, em solos ricos em matéria orgânica e com boa permeabilidade. Não tolera geadas.
Propagação: sementes e estacas.
Usos: cultivo em vaso e como conjunto isolado.
Curiosidades: a escutelária contém em suas raízes complexo de flavonóides, utilizados na indústria cosmética e indicados para peles mistas e oleosas, regulando o brilho das mesmas. A escutelária é relaxante e acalma a mente. Não deve ser dada a crianças menores de seis anos.
A espécie Scutellaria barbata, está relacionada à hortelã. As raízes e a parte aérea também são usados na fabricação de remédios herbais. A raiz é utilizada na medicina tradicional chinesa, para o tratamento de cancro do fígado, pulmão e reto. O extrato possui atividade antibactericida.
Engenheira Agrônoma, MSc. Márcia de Nazaré Oliveira Ribeiro
Engenheira Agrônoma, DSc. Patrícia Duarte de Oliveira Paiva
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